Acidentes rodoviários por falha mecânica preocupam as autoridades brasileiras. A Polícia Rodoviária Federal registra falhas técnicas em até sete por cento das ocorrências nas estradas. A manutenção preventiva dos sistemas críticos reduz essas estatísticas drasticamente. O sistema de arrefecimento das motocicletas merece atenção especial durante as revisões. O excesso de calor no bloco do motor reduz a performance e causa danos estruturais graves.
O piloto Leandro Mello atua como embaixador da marca Tirreno. Ele orienta os mecânicos sobre o diagnóstico correto em cada tipo de refrigeração.
Diferenças entre refrigeração a ar e sistemas líquidos
O mercado de duas rodas trabalha com três tecnologias prinicpais de controle térmico. O sistema a ar utiliza aletas metálicas para dissipar o calor diretamente no vento. O modelo misto de ar e óleo faz o lubrificante circular por um pequeno radiador próprio. Essa segunda opção equilibra perfeitamente o uso urbano severo e a rodovia. O arrefecimento líquido utiliza um grande radiador com água desmineralizada e aditivo. Esse último sistema atende motos de alta potência presas no trânsito pesado. O mecânico precisa dominar as particularidades de cada projeto na hora do orçamento.
Prevenção de falhas e o uso correto de aditivos no motor
O baixo nível de fluido ou falhas na bomba de água fazem o motor ferver rapidamente. Os modelos a ar e óleo também colapsam sob aquecimento extremo. A alta temperatura queima o lubrificante interno e emite fumaça azul pelo escapamento. O embaixador da marca reforça a necessidade do uso de aditivos originais. O produto químico eleva o ponto de ebulição e evita a corrosão de todo o sistema. A empresa destaca os benefícios do seu fluido Aditech Moto para esse serviço. O reparador aplica o produto pronto para uso e garante proteção térmica total para o cliente.
Para mais informações, acesse: www.tirreno.com.br
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