O mercado de reposição nacional vai mostrar a sua força internacionalmente. O Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores confirmou a sua participação na Automechanika Buenos Aires, que vai ocorrer entre os dias 8 e 11 de abril. A coordenação do gigantesco pavilhão brasileiro será comandada pelo programa Brasil Auto Parts em parceria com a ApexBrasil para fomentar as nossas exportações de componentes.
Para os reparadores do Brasil, ver as nossas fábricas crescendo lá fora é sinônimo de peças com mais qualidade e tecnologia chegando no nosso balcão. O peso dessa feira internacional é totalmente justificado pelos números de vendas impressionantes do nosso setor automotivo para os países vizinhos.
Confira os dados que mostram a força dessa parceria comercial e o impacto na nossa economia:
- A Argentina se mantém consistentemente como o principal destino das nossas exportações de autopeças.
- Em 2025, os embarques brasileiros para o país vizinho totalizaram mais de três bilhões de dólares.
- Esse volume financeiro gigantesco representa trinta e seis por cento do total exportado pela nossa indústria.
- O crescimento nas vendas foi de doze e meio por cento em comparação ao ano anterior.
- O pavilhão nacional contará com a força de cinquenta e duas fabricantes expondo os seus produtos de ponta.
Debates sobre a invasão de peças asiáticas
Além de expor os produtos, a feira será um palco para decisões estratégicas que afetam diretamente o preço das peças na sua prateleira. No primeiro dia do evento, a Embaixada do Brasil e o sindicato promoverão um seminário exclusivo sobre o cenário do mercado automotivo argentino. Esse encontro será realizado no próprio prédio da embaixada durante a manhã, focado nas empresas brasileiras participantes do pavilhão.
Mas o grande destaque corporativo vai acontecer no dia 10 de abril durante a reunião do conselho de fabricantes do Mercosul. As associações de montadoras e fabricantes vão sentar na mesma mesa para discutir o impacto do aumento da importação de veículos e de peças produzidos na China. Esses debates sobre inovação tecnológica e convergência regulatória vão ditar o ritmo do mercado de reposição e o mecânico precisa ficar de antena ligada aos próximos passos.
Para mais informações, acesse: www.sindipecas.org.br/
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