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Carro por assinatura ganha força no mercado automotivo

A compra à vista ou o financiamento tradicional ainda dominam as garagens no Brasil. Mas os especialistas já deram o recado e o cálculo do motorista mudou de forma definitiva. Hoje o cliente coloca na ponta do lápis o temido custo total de propriedade. Essa conta engloba a gasolina, os impostos pesados, o seguro e a inevitável desvalorização do patrimônio.

Para quem não tem o valor total da compra em mãos, o financiamento continua sendo a saída mais utilizada. O grande problema é que as taxas de juros atuais multiplicam o custo final do automóvel ao longo dos anos de contrato, fazendo o consumidor repensar se ter a posse do bem realmente vale a pena.

O peso da propriedade no bolso do motorista

Possuir um automóvel garante liberdade total de uso e facilidade na hora da revenda. No entanto, o dono precisa assumir integralmente uma lista pesada de custos recorrentes que muitas vezes são ignorados no calor da emoção dentro da concessionária.

Confira as principais despesas que assombram o orçamento do motorista tradicional:

  • Pagamento do doloroso IPVA anual e de taxas de licenciamento.
  • Contratação e renovação constante da apólice de seguro automotivo.
  • Custos inevitáveis com as revisões periódicas obrigatórias.
  • Manutenção preventiva e corretiva para manter a mecânica em dia.
  • Desvalorização brutal do veículo logo nos primeiros anos de uso.
A revolução da mensalidade e as frotas

É exatamente nesse cenário de custos altíssimos que o carro por assinatura ganha uma força gigantesca. Modalidades como o Chevrolet por assinatura surgem como um alívio para quem busca previsibilidade financeira. O usuário paga apenas um valor fixo por mês e esquece totalmente a burocracia de impostos e a dor de cabeça da revenda.

Mas o que isso significa para o dono da oficina mecânica? Significa que a frota circulante está mudando de mãos. Os veículos por assinatura exigem uma manutenção rigorosa e essas grandes locadoras precisam de oficinas parceiras altamente competentes para manter os carros rodando. O mecânico independente que se estruturar agora para atender esses clientes de frota vai garantir um fluxo de caixa constante, previsível e muito lucrativo nos próximos anos.

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