Niterra

NGK esclarece mitos sobre velas em motores híbridos

O aumento da frota de híbridos gera dúvidas constantes nas oficinas independentes. A fabricante NGK, marca da Niterra esclarece que esses motores não utilizam velas completamente diferentes. A peça segue estritamente as especificações de cada projeto automotivo. O grau térmico, as dimensões e o material do eletrodo variam conforme a engenharia da montadora. Muitos carros híbridos rodam com os motores a combustão nos eficientes ciclos Atkinson ou Miller. As velas originais suportam perfeitamente o regime intermitente de liga e desliga desses sistemas modernos.

O perigo do combustível velho no tanque do cliente

A manutenção preventiva exige muita atenção do reparador automotivo. O envelhecimento do combustível é um problema crítico e muito comum nos modelos híbridos do tipo plug in. O motorista roda a maior parte do tempo no modo puramente elétrico e a gasolina fica parada no tanque. Esse combustível perde rapidamente as suas propriedades originais e forma gomas nocivas. Essa sujeira obstrui o sistema de injeção e dificulta gravemente o trabalho de ignição. O reparador deve orientar o cliente a ligar o motor a combustão periodicamente para renovar o fluido nas linhas.

Alta tensão exige certificação e segurança no box

Os veículos eletrificados operam com sistemas de altíssima tensão. O consultor de assistência técnica Hiromori Mori alerta para a importância vital dos protocolos de segurança. O profissional precisa desativar a alta voltagem obrigatoriamente antes de qualquer intervenção mecânica. O uso de equipamentos de proteção individual adequados preserva a vida do reparador. As oficinas precisam investir urgentemente em capacitação técnica. O treinamento com certificação na norma regulamentadora NR 10 é uma exigência legal no Brasil. O conhecimento técnico combate os mitos e protege o lucro do centro automotivo.

Para mais informações, acesse: www.niterragroup.com/

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