A ZF inaugurou um novo centro de treinamento na unidade de Sumaré (SP). Chamado de Dojô, o espaço integra, pela primeira vez na empresa, treinamentos de meio ambiente, saúde e segurança (EHS) e qualidade em um único ambiente.
A iniciativa foi inspirada no projeto implantado na unidade de Limeira (SP), que funciona desde 2024. A proposta busca fortalecer a cultura de segurança e qualidade por meio de treinamentos práticos, simulações e desenvolvimento contínuo dos colaboradores.
Segundo a ZF, a integração das áreas parte do princípio de que segurança e qualidade estão diretamente relacionados. O colaborador que segue corretamente os padrões operacionais tende a trabalhar com mais segurança e entregar processos com maior qualidade.
O novo espaço foi desenvolvido com módulos que reproduzem ambientes, materiais e equipamentos encontrados na operação da fábrica de Sumaré. Bancadas, alarmes, EPIs e equipamentos de resgate fazem parte da estrutura, incluindo materiais reaproveitados da própria operação.
Dojô reproduz situações reais de trabalho
Os treinamentos serão direcionados de acordo com a função dos colaboradores e poderão ser utilizados tanto na integração de novos funcionários quanto em reciclagens periódicas.
Entre as atividades estão a identificação de riscos, procedimentos de bloqueio e etiquetagem, uso correto de EPIs e EPCs, inspeções de segurança e movimentação de materiais e produtos químicos.
O treinamento também aborda situações relacionadas à qualidade, como identificação de defeitos, falhas e não conformidades, além de aplicação de padrões de trabalho e instruções operacionais.
“Sem segurança não há qualidade e por isso nos unimos para inaugurar esse novo espaço contemplando as duas áreas”, afirma Marcelo Oliveira, diretor de Qualidade da ZF América do Sul.
Centro poderá capacitar 500 colaboradores por ano
O Dojô de Sumaré poderá atender cerca de 500 colaboradores por ano, em turmas de até 20 pessoas. Os treinamentos serão realizados mensalmente, com participação das áreas de EHS, Qualidade, ZFPS, Engenharia de Processos e Recursos Humanos.
A estrutura também permite simular situações de emergência e atividades de maior risco, como trabalho em altura, espaço confinado e operação de equipamentos de elevação.
Para Celso Guerra, gerente sênior de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da ZF América do Sul, o projeto contribui para reduzir riscos, padronizar processos e acelerar a capacitação dos profissionais.
A implantação do Dojô em Sumaré levou cerca de 10 meses, desde a concepção até a inauguração. Assim como ocorreu em Limeira, os próprios colaboradores participaram da construção e desenvolvimento do espaço.
Para mais informações, acesse: zf.com/
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